Importação de Assombração (por Matheus Freire)

Tanto coisa aqui para nos assombrar e há quem queira trazer mais. As assombrações daqui já são bem mais que suficientes e o melhor de tudo: são nossas! Eu não sei como veio parar aqui esse morcego que vira homem. Não era o Boto cor-de-rosa que fazia isso? Não sei se esses fantasmas chegaram de … Continuar lendo Importação de Assombração (por Matheus Freire)

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Expressão entre eras e idades (por Matheus Freire)

A expressão entre os desenhos das coisas e das letras parecem até parte da natureza humana e isso pode ser visto desde as pinturas rupestres até as paredes de nossas cidades. Este primeiro ainda não havia dominado a palavra de maneira que pudesse dizê-las sem balbuciar, que dirá desenhar suas letras? Ele e seus semelhantes. … Continuar lendo Expressão entre eras e idades (por Matheus Freire)

O ode a mediocridade travestido de defesa das minorias

QUEM AQUI É PRECONCEITUOSO? (por Eduardo Mahon) Não, não é porque ela é negra. Nem tampouco porque foi favelada. Nem muito menos porque canta funk. Nem ainda porque representa um gueto social que é a periferia da zona oeste carioca. Não, não é por isso que eu não gosto de Jojo Todynho. Billie Holiday era … Continuar lendo O ode a mediocridade travestido de defesa das minorias

Hellcife Crônica ( por Felipe Santana)

Recife... tu e essa tua República prostituída à aristocracia O teu espírito de nativismo, tua história escrita à sangue... Recife, mulher... Tu e tuas pontes iluminadas Tuas marés, teus luares, os carros que passam, os edifícios, os andares... E eu, maluco andarilho, ando mirando teus detalhes: A silhueta sensual de tuas pontes, teus rios brilhantes, … Continuar lendo Hellcife Crônica ( por Felipe Santana)

O Aroma do Ônibus Lotado (por Matheus Freire)

O que se fazer quando os cheiros dos usuários do transporte público se misturam devido a extrema lotação? Como suceder, como um grupo, para se ter a melhor saída? Saía de casa às cinco e meia da manhã para chegar à PE-15 as seis e pouca. Da minha cidade até onde eu trabalhava eram duas horas e … Continuar lendo O Aroma do Ônibus Lotado (por Matheus Freire)

Filosofia ou Trabalho? (por Matheus Freire)

Nós, imersos no senso comum, colecionamos uma porção de preconceitos sobre o uso da filosofia. Esta crônica não passa de uma provocação, de maneira suave e ampla, a nós mesmos sobre algumas visões equivocadas que podemos nos livrar. Dois funcionários de uma empresa qualquer discutem: -Rapaz, já fazem dois dias que você não vai trabalhar. … Continuar lendo Filosofia ou Trabalho? (por Matheus Freire)