1° de Maio – Noções Gerais

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Os pré-candidatos Manuela D’Ávila (PCdoB) e Ciro Gomes (PDT) participaram do ato da Força (ou Farsa) Sindical na zona norte de São Paulo, sem que fizessem muito alarde. Guilherme Boulos, compreensivelmente, voltou sua atenção ao incêndio e desabamento do prédio da União também no centro de SP.

A CUT mobilizou apenas 2.000 pessoas em Curitiba, protestando contra a prisão do Lula, enquanto as demais centrais sindicais tais como a CSP-Conlutas chegaram a ter as manifestações de alguns dos seus sindicatos na segunda-feira, dia 30. A Força, representante da direita no sindicalismo, investiu 500 mil reais a menos no ato desse ano do que investiu no ano passado e seu secretário-geral, Joruna, chegou a admitir: “Os sindicatos, que também bancam parte da festa, estão sem condições financeiras”.

A CSB, do PCdoB, também relatou sua dificuldade e abaixou o volume de suas comemorações. Ao que parece as centrais sindicais não deram o seu máximo nesse Dia do Trabalhador.

As razões para isso são várias, as centrais sindicais mais ativas, tais como a CUT, estão preocupadas com as eleições, procurando aumentar seus fundos para que financiem a campanha de seu candidato escolhido, já a Farsa Sindical conta com cada vez menos filiados desde o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical.

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