EUA iniciaram uma guerra econômica contra o Brasil pelo controle da Amazônia, diz General

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“Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas.” Margareth Thatcher (ex-Primeira-Ministra do Reino Unido, 1983)

O General Durval Nery, é ex-professor Escola Superior de Guerra (ESG), conselheiro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos do Exército brasileiro (CEBRES) e comandou por vários anos um Forças Especiais na Amazônia. Sendo um profundo conhecedor do território amazônico, o General relata a grave situação que envolve a soberania brasileira na Amazônia.

Países desenvolvidos utilizam a “desculpa da preservação do meio ambiente” para promover uma guerra econômica pelo controle da Amazônia.

O general Durval Nery afirmou que a Amazônia possuí 5 milhões de km², em uma área que encontramos todos os recursos minerais, naturais e energéticos para que uma nação se desenvolva e leve a felicidade para seu povo. Ao contrário do que vemos hoje no país, onde ainda convivemos com uma enorme taxa de desemprego, desigualdade social e miséria.

Dos 5 milhões de km² de território, 4 milhões de km² são de selva protegida, correspondendo quase a metade do território nacional que soma um total de 8,5 milhões de km², esse dado contradiz a propaganda internacional que acusa o povo brasileiro de irresponsavelmente estar queimando a Amazônia e por tanto não merecermos continuar exercendo o controle dessa região.

Nesse sentido, em 2013, o Centro de Análise de Informação sobre o Dióxido de Carbono (CDIAC, sigla em inglês) indicou que o Brasil é o 15º país que mais emite gás carbônico em todo o mundo. A agência é parte do Ministério de Energia dos Estados Unidos. Outra iniciativa é o financiamento direto dos governos dos EUA, Grã Bretanha, França, Alemanha, Austrália, Canadá e Japão no financiamento de ONGs que “pretensamente defendem o meio ambiente”. Segundo relatório do Exercito Brasileiro, na Amazônia há cerca de 100 mil ONGs estrangeiras fomentando órgãos internacionais sobre as “queimadas” na Amazônia. Parte destas ONG está envolvida no contrabando de recursos minerais na Amazônia, além de tráfico de drogas e de armas.

“A floresta amazônica e as demais florestas tropicais do planeta deveriam ser consideradas “bens públicos mundiais” e submetidas a uma gestão coletiva pela comunidade internacional”, Pascal Lamy (Comissário de Comércio da União Européia, 2005)

“Obviamente, existem problemas de soberania, mas o desmatamento é um assunto enorme… e qualquer plano, mesmo que seja radical, é digno de ser avaliado”, David Miliband (Ministro do Meio Ambiente do Reino Unido, 2006)

Na verdade o Brasil é o único país do mundo que conseguiu chegar no século XXI com 4 milhões de km² de área de floresta preservada. Nenhum país do mundo conseguiu isso. A Europa, Estados Unidos e Canadá acabaram com suas florestas. Agora essas nações querem se apresentar como guardiães do meio ambiente? Na realidade são as grandes cidades desses países as maiores poluidoras do planeta, disse o General.

O general explica que a Amazônia Legal incluiu diversas áreas que não fazem parte da floresta Amazônica. Por exemplo, a lei inclui 50% do estado do Maranhão (bioma de cocais e serrado). Isto ocorreu porque prefeitos de regiões próximas exerceram pressão política para obter os benefícios da Amazônia Legal para seus municípios.

Diferentemente da pecuária norte-americana e europeia, que alimenta o seu gado com a ração produzida pela Monsanto, o gado brasileiro é alimentado por pasto. Os países do mundo evitam comprar alimentos da Monsanto, por isso, optaram pela carne brasileira. Esta empresa esteve envolvida no caso da vaca louca. A Monsanto também inventou o agente Laranja (Napalm) que contaminou populações civis inocentes em atos de terrorismo de Estado (o exército dos EUA pulverizou 20 milhões de litros de produtos químicos contra a população). Na guerra do Vietnã, o agente Laranja foi utilizado para queimar as florestas, matando milhares de pessoas e posteriormente contaminando com câncer outros milhares de vietnamitas. Até hoje crianças vietnamitas nascem deformada por esse crime contra a humanidade, afirmou o General.

O Brasil está sofrendo uma invasão numa guerra programada

Na Amazônia existem metais e pedras preciosas, ouro, manganês, diamantes, nióbio, Urânio e petróleo. Segundo o General, nos anos 80, a New Steel mineradora americana garimpou 40 milhões de toneladas de manganês no Amapá. Faturou bilhões de dólares até o ano de 1992. Para o Brasil restou os buracos das escavações e prejuízos trabalhistas, ambientais, econômicos e sociais. O General afirma que 98% do nióbio do mundo está na Amazônia, os outros 2% na Sibéria russa. O nióbio é usado como condutor em celulares, computadores e até em turbinas de aviões. A extração ilegal e o contrabando causam prejuízos bilionários ao Brasil.

Em 1998, pela primeira vez, uma autoridade de alto escalão dos Estados Unidos defendeu em público a intervenção militar norte-americana na Amazônia. A autoridade em questão o general Patrick Hughes, ex-diretor da agência de inteligência das Forças Armadas norte-americanas (Defense Intelligence Agency – DIA), que discorreu sobre as ameaças potenciais para seu país nos próximos vinte anos: narcotráfico, escassez de matéria prima, terrorismo nuclear e agressões ao meio ambiente com conseqüências para os Estados Unidos. Se o Brasil resolver fazer uso da Amazônia de forma prejudicial ao meio ambiente dos Estados Unidos, estes devem estar prontos para interromper o processo imediatamente.

“Caso o Brasil resolva fazer uso da Amazônia, pondo em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper este processo imediatamente”, General Patrick Hugles (Diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, 1998)

No ano de 2002, foi realizada a V Conferência de Ministros de Defesa das Américas, lá os EUA elaboraram oficialmente o conceito de SOBERANIA RELATIVA, ou seja, todo país que não tiver condições de estar presente em alguma parte de seu território ou dar segurança à sua população e ao meio ambiente, este país deverá sofrer uma intervenção.

A partir daí, os EUA começaram a encarar esse conceito como uma realidade, invadindo países e promovendo derrubada de governos no Iraque, Afeganistão, Líbia, Somália entre muitos outros.

“O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia”, François Mitterrand (Presidente da França, 1989)

“Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós. Oferecemos o perdão da dívida externa em troca da floresta”, Al Gore (Vice-Presidente dos EUA, 1989)

Guerra de Quarta Geração: “Aniquilar, controlar ou assimilar o inimigo”

A Guerra de Quarta Geração é um conceito militar, essa estratégia era visualizada como uma hipótese de conflito emergente do pós-Guerra Fria, tanto que alguns analistas relacionam seu ponto de partida histórico com os atentados terroristas de 11 de setembro [de 2001] nos Estados Unidos. Tratasse de uma estratégia na Guerra sem Fuzis, a Guerra de Quarta Geração (também chamada Guerra Assimétrica), atinge a economia nacional, desestabilizando o Estado Nacional, enfraquecendo a capacidade de resistência do Brasil para a usurpação das riquezas nacionais.

Nesse sentido, o Golpe no Brasil desestabilizou toda a economia nacional e colocou o Brasil em uma constante crise política e instabilidade institucional.

Diversas iniciativas que atacam a soberania nacional estão sendo adotadas, venda de terras para Empresas Estrangeiras, privatizações de Empresas Estatais estratégicas (tal como de energia), a presença militar norte americana dentro do território nacional, entre outras.

Ao final, o General afirma que é fundamental o povo brasileiro unir todos segmentos verdadeiramente patrióticos, democráticos, progressistas, cívicos, educacionais, parlamentares e militares na sua composição piramidal para realizar uma ampla campanha com a bandeira central: A AMAZÔNIA É NOSSA! Remontando a campanha o Petróleo é nosso na década de 1950, onde não só foi garantido o monopólio do petróleo nas mãos do Estado brasileiro, mas como a criação de uma sólida industria nacional de petróleo e gás no nosso país.

Voz Operária RJ

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