Brasileiro está sob plano de extermínio na Ucrânia

Rafael Lusvarghi, voluntário brasileiro pela Novarrússia, preso pela SBU (serviço de segurança ucraniano) na primavera do hemisfério sul em 2016, está sujeito a ser assassinado na cadeia de Lukyanovsky.

Três meses e meio preso pelos fascistas ucranianos está o soldado voluntário brasileiro Rafael Lusvarghi, cujo destino não importa para o governo brasileiro. As embaixadas brasileiras em Kiev (capital ucraniana) e Moscou, supostamente “anti-fascistas”, não manifestaram ação alguma para proteger seu cidadão.

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Neste período a vida do ex-combatente brasileiro corre gravíssimo perigo. Segundo as informações que se tem, Rafael está sob tortura e transferido para a prisão de Lukyanovsky, em Kiev, onde está sujeito a levar um sumiço por parte do governo neonazista ucraniano, financiado por Goerge Soros, junto com outro grupo de combatentes. Assim, em 23 de janeiro de 2017 ele foi severamente espancado, no dia seguinte, dia 24, teve sua perna quebrada.

Ele também foi “posto na parede”: ameaçado de morte, caso até 25/01 (no dia seguinte) ele não encontrar dinheiro. A alegação é que ele está sendo condenado por “matar ucranianos e estuprar ucranianas”.

A guarda e a administração do presídio não toma medidas para proteger Rafael, abandonando-o às torturas perpetradas pelo governo corrupto e desesperado de Kiev, sob presidência de Poroshenko, que se vê abandonado pela União Europeia e por Soros depois da derrota dos Clinton no governo americano, quem mantinha o projeto de financiar o governo ucraniano para criar uma guerra contra os russos. No Leste Europeu há milhares de tropas da OTAN desde o ano passado, que esperavam o aval de Hillary (que acreditava vencer as eleições) para iniciar uma guerra mundial atacando os russos.

(…) O brasileiro Rafael Fernandes Marques Lusvarghi era membro de um batalhão da DNR, chamado “viking”, no seu último período na Nova Rússia [1]. Em Donbass lutou em setembro de 2015, onde se converteu à Igreja Ortodoxa Russa e jurou lealdade ao Exército do Todo-Poderoso e foi ferido.

Foi detido pela SBU de Kiev em 6 de outubro de 2016: o avião em que estava foi ordenado pelo serviço secreto britânico a desviar da rota e pousar em Kiev, onde ele pôde ser preso pelo governo ucraniano. Ele ia para o leste europeu trabalhar em uma empresa de segurança, sem nenhum plano de reintegrar ao exercício das armas de novo.

De acordo com um de seus camaradas no Brasil, Raphael Machado, depois de ser ferido o ex-voluntário foi mobilizado, embora seu objetivo com a viagem tinha tão somente interesses profissionais e privados. “No início de 2016 Lusvarghi escreveu e-mails para muitos serviços privados de segurança a fim de trabalho. Ele recebeu vagas de muitos lugares diferentes. Seis meses depois ele recebeu uma mensagem de um grupo chamado “Omega Consulting Group”. Ele respondeu ao serviço britânico. — contou ao Tsargrad.

Assista ao vídeo para a NTV no site Antifaschist.

A presidente da União dos presos políticos e refugiados políticos na Ucrânia, Larisa Shesler, também acredita que seus amigos em Donbass subestimam as ações do SBU:

“Isso aconteceu porque subestimam os serviços do SBU. Eles não se dão conta de que até informações de participantes em missões humanitárias na LNDR (em Lugansky e Donbass) são enviados pelo governo secreto de Kiev a Interpol… nós estamos tomando as medidas cabíveis para livrar o Rafael, e a única maneira é extraditando-o de volta para o Brasil. Mas, infelizmente, até agora sem sucesso.

Rafael está abandonado pelo governo brasileiro, que não se manifesta para proteger seu cidadão. E com a justiça do governo de Kiev não há nada a fazer. Devido às dificuldades, a OSCE, as organizações humanitárias e a Cruz Vermelha devem ser acionados para alcançar o objetivo.

Via AntiFaschist (indicação do Portal Legionário)


NOTAS

[1] – Esta parte possui alterações em relação a tradução original, pois a tradução original dos legionários possuía equívocos de informação.

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